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Síria organiza hoje presidenciais classificadas de "farsa" pelo Ocidente

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Síria organiza hoje presidenciais classificadas de "farsa" pelo Ocidente

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O regime sírio tenta dar uma ilusão de legitimidade às eleições presidenciais desta terça-feira.

O presidente do Parlamento sírio acolheu em Damasco uma delegação de observadores internacionais que deverá acompanhar o escrutínio.

Mas a oposição síria – que apelou ao boicote – e o Ocidente, liderado pelos Estados Unidos, denunciam uma “farsa” eleitoral.

Damasco apresentou dois supostos “rivais”, praticamente desconhecidos, que se opõem ao presidente Bashar al-Assad.

Mas ninguém duvida da eleição incontestável do líder sírio. Em teoria, será a primeira eleição presidencial na Síria em meio século e também a primeira vez que al-Assad será eleito, já que, tal como o pai e antecessor, foi designado por referendo.

Enquanto na capital domina a imagem do presidente, a violência que se alastra há três anos voltou a reclamar dezenas de vidas na véspera do escrutínio, apenas realizado nas zonas controladas pelo regime.