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Tiananmen: o calcanhar de Aquiles

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Tiananmen: o calcanhar de Aquiles

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A China não gostou do desafio lançado pelos Estados Unidos: revelar quantas pessoas foram mortas na praça Tiananmen há 25 anos.

O número que continua a ser uma incógnita é considerado segredo de Estado.

Pequim considera que se trata de uma provocação por parte de Washington e admite que as declarações venham a ter consequências políticas.

A repressão do movimento de Tiananmen que a China classifica como um “incidente” provocou centenas de mortos. Milhares de manifestantes foram presos, outros exilados.

Hong Kong foi o único território da China onde foi possível prestar homenagem às vítimas 25 anos depois do massacre.

Para o regime comunista o que aconteceu na noite de 03 para 04 de junho de 1989 continua a ser um tabu. O massacre foi varrido da imprensa e a segurança reforçada junto à simbólica praça.

Este ano o evento, também, ficou marcado por apelos à libertação dos ativistas detidos na véspera do aniversário.