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Os G.I que deram a vida pela Europa

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Os G.I que deram a vida pela Europa

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As cerimónias para homenagear os mais de 150 mil americanos, britânicos, canadianos e outros veteranos aliados do Dia D dão oportunidade a muitas recordações e a histórias paralelas.

O francês, Bernard Dargols chegou aos Estados nos anos 40 como estudante acabou nas fileiras do exército americano.

“Eu tinha deixado a França como um jovem adolescente, cheguei aos 24, depois de 6 anos, com um uniforme americano e o posto de sargento para ver a minha família, os meus amigos, foi um momento de emoção que é difícil de descrever”.

Para os visitantes, o Cemitério e Memorial Americano da Normandia, com suas 9.387 lápides é a peça central nas peregrinações em honra das dezenas de milhares mortos no Dia D e nos meses de luta que se seguiram.

“Na época chegamos apenas a 100 metros da praia, eu nunca tinha visto uma praia tão bela, esses últimos cem metros foram debaixo de um bombardeio que ressoou no estômago. Não era um bombardeio alemão, eram bombas dos aliados, só para nos permitir caminhar com mais segurança mas as bombas mataram civis, franceses destruíram casas.

A enviada da euronews comenta: “Neste cemitério de Colleville sur mer estão exclusivamente soldados americanos mortos durante a Segunda Guerra Mundial. Este é um lugar extremamente emocionante, o lugar mais visitado de todos os monumentos relacionados com o desembarque na Normandia.