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Apesar das negociações, as armas não se calam no leste da Ucrânia


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Apesar das negociações, as armas não se calam no leste da Ucrânia

A cidade de Sloviansk, como todo o leste separatista da Ucrânia, não parecem ter grandes esxpetativas sobre as negociações em curso e a promessa do cessar-fogo.

O novo presidente, Petro Poroshenko, parece comprometido a apaziguar as tensões, mas no terreno, os combates mantém-se:

“Ontem o centro da cidade foi fortemente atingido. Houve muitos feridos e muitos edifícios foram atacados como nunca tinham sido”, diz um residente.

Uma mulher lamenta: “Isto nunca mais acaba. Só vão parar os tiros quando nos tiverem apagado da face do planeta, quando nada mais restar que um espaço vazio, aqui”.

O tempo urge. A insurreição cresce e, apesar da intervenção do exército, todos os dias chegam mais armas e combatentes pró-separatismo ao território ucraniano.

Só em Sloviansk já morreram mais de 200 pessoas desde o início do conflito.

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