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Filha e genro suspeitos no assassinato de milionária francesa

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Filha e genro suspeitos no assassinato de milionária francesa

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Movimentos de dinheiro suspeitos foram descobertos na conta de Wojciech Janowski, o companheiro de Sylvia Pastor, a filha da milionária monegasca Hélène Pastor, de 77 anos, assassinada no mês passado em Nice, França. O cônsul honorário da Polónia no Mónaco e a herdeira, que vivem alegadamente como casal, são os principais suspeitos de ter encomendado o crime, com estes movimentos a serem associados, de acordo com um procurador de Marselha, ao eventual pagamento de um contrato para assassinar a multimilionária.

As autoridades detiveram para interrogatório mais de 20 pessoas nas cidades de Rennes, Nice e Marselha, ao abrigo da investigação deste assassinato. O casal foi detido depois de terem deixado várias pistas que os colocam no local do tiroteio, incluindo terem sido filmados pelas câmaras de vigilância da estação ferroviária de Saint-Charles, em Marselha, e depois também na de Nice. Dois emigrantes oriundos das Ilhas Comores terão já sido detidos também, como autores materiais do crime.

Uma das teorias sob investigaçao é a de que Sylvia, de 52 anos, e a mãe estariam em conflito devido a questões financeiras.

Hélène Pastor e o motorista, Mohammed Darwich, de 64 anos, foram baleados a 6 de maio, à saída de um hospital, em Nice, onde a multimilionária havia ido visitar o filho. Os dois sobreviveram ao ataque, mas viriam a sucumbir aos ferimentos dias depois. O motorista morreu quatro dias depois e Hélène Pastor a 21 de maio.

O caso continua sob investigação pela procuradoria de Marselha.