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Rússia revoga direito de Putin a intervir militarmente na Ucrânia

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Rússia revoga direito de Putin a intervir militarmente na Ucrânia

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Com apenas um voto contra, o Conselho da Federação – a câmara alta do parlamento russo – revogou o direito do presidente a intervir militarmente na Ucrânia – direito autorizado em março.

A votação foi realizada a pedido do próprio presidente russo. Um gesto diplomático forte, bem recebido pelos parceiros ocidentais.

Vladimir Putin apelou igualmente a prolongar o cessar-fogo para além desta sexta-feira. Proposta pelo presidente ucraniano, a trégua não parece estar a ser respeitada.

Imagens da televisão militar ucraniana, por exemplo, mostram um campo de separatistas em Krasny Liman, perto de Donetsk, tomado, na terça-feira, pelas forças de Kiev.

O líder dos separatistas já esta terça-feira tinha firmado que Kiev viola o cessar-fogo e pedira mesmo, à Rússia, o envio de capacetes azuis.

As autoridades ucranianas, por seu lado, falam de “violações em massa” da trégua, por parte dos separatistas, que terão levado a cabo mais 40 ataques desde a passada segunda-feira.