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Bitcoin vive dias difíceis na China

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Bitcoin vive dias difíceis na China

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Os escândalos e as restrições das autoridades de Pequim dificultam a vida a defensores e utilizadores chineses de Bitcoin, a moeda virtual. A plataforma BTC tenta sobreviver, quando uma dezena de rivais desapareceu no último ano no país.

Em dezembro, o Banco Central da China limitou os pagamentos em Bitcoin e a BTC pondera mudar-se para Hong Kong.

Interrogado sobre se a Bitcoin é um modo alternativo de pagamento, Bobby Lee, presidente da empresa, responde: “Na China, o pagamento com Bitcoin é complicado. Por um lado, o governo revelou que desencoraja ou impede os pagamentos. Se isso pode ser cumprido é uma questão diferente. Devido à visão política, muitos comerciantes hesitam em aceitar Bitcoin, sobretudo, as grandes empresas, e, por isso, os clientes não têm onde comprar coisas com Bitcoin. É o velho problema do ovo e da galinha”.

A China, Estados Unidos e Europa são os grandes mercados da Bitcoin. São feitas por dia cerca de 60 mil transações de Bitcoin, num valor estimado de 15 mil milhões de dólares, segundo a organização CashlessWay.

E as moeda virtuais são cada vez utilizadas para comprar serviços e bens reais.

Uma empresa imobiliária londrina permite agora aos clientes chineses usar Bitcoin para comprar propriedades na capital britânica, tirando assim proveito das restrições de Pequim.