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Estagnação do mercado laboral na Alemanha e na zona euro

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Estagnação do mercado laboral na Alemanha e na zona euro

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Na Alemanha, em junho, o número de desempregados subiu nove mil. Trata-se da segunda subida mensal consecutiva. O país tem 2,916 milhões de pessoas sem trabalho.

Os empresários, por exemplo da construção, estão a contratar menos, depois do inverno ameno ter permitido manter postos de trabalho.

Se o desemprego não subiu no inverno, agora não sobem os números dos que trabalham.

O presidente da agência federal do emprego, Frank-Jürgen Weise, evoca a solidez do mercado laboral: “Não posso falar de arrefecimento, mas de uma avaliação realista da situação económica. Isso significa que não há um grande aumento do emprego se compararmos os dados de hoje com 2010”.

O desempenho económico alemão fez baixar, nos últimos anos, a taxa de desemprego para os 6,7%. Agora a taxa estagna.

Também na zona euro, a retoma económica parece não ser suficiente para dar um novo impulso ao mercado do trabalho. Em maio, segundo o Eurostat, a taxa de desemprego manteve-se estável 11,6%.

Os 18 países do euro têm ainda 18,5 milhões de desempregados.

Espanha regista a segunda taxa mais elevada do grupo, com 25,1%.

Portugal surge em quinto lugar. O desemprego recuou, em maio, três décimas para 14,3%. Mas o líder do PCP, Jerónimo de Sousa, diz que a queda deve-se ao número de portugueses que decidem emigrar.

Entre os jovens portugueses com menos de 25 anos, o desemprego baixou para 34,8%.