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UE: o pacto sem consenso para eleger Jean Claude Juncker

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UE: o pacto sem consenso para eleger Jean Claude Juncker

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O parlamento europeu vai pronunciar-se, esta terça-feira, sobre a nomeação do conservador Jean Claude Juncker para a presidência da Comissão Europeia.

Uma votação que conta, à partida, com o apoio da maioria dos deputados europeus graças a um pacto entre conservadores, liberais e socialistas – que totalizam 479 assentos entre 751 deputados.

Um acordo que está longe de ser consensual, quando trabalhistas britânicos e socialistas espanhóis afirmam que não vão votar no antigo presidente do eurogrupo.

O eurodeputado socialista espanhol Ramón Jáuregui Atondo, explica as razões do “não”, “fizémos campanha, a nível nacional, durante as europeias contra a atual política económica da UE e foi por isso que o novo secretário geral do PSOE pediu para que votássemos contra Juncker”.

Demasiado federalista para os britânicos e um símbolo da austeridade para os espanhóis, o luxemburguês Juncker deverá, no entanto, obter os 376 votos necessários para poder assumir a presidência da Comissão, depois da reeleição do socialista Martin Schulz para presidente do parlamento, há duas semanas.

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