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Cimeira da UE discute altos cargos e novas sanções contra a Rússia

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Cimeira da UE discute altos cargos e novas sanções contra a Rússia

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A chanceler da Alemanha foi um dos líderes da União Europeia (UE) a antecipar a provável aprovação de um novo lote de sanções contra a Rússia, por considerarem que não está a contribuir para pôr fim ao conflito na Ucrânia.

A Rússia poderá vir a ser impedida de obter empréstimos de bancos europeus de investimento.

O consenso sobre como lidar com a crise ucraniana é particularmente importante nesta cimeira, em Bruxelas, convocada para escolher dois importantes líderes de instituições europeias: a chefia dos serviços diplomáticos e a presidência do Conselho Europeu.

Mas o consenso está longe de ser obtido nesta matéria, sobretudo com os países de Leste contra a candidatura da ministra italiana Federica Mogherini para chefiar a Política Externa, por a considerarem demasiado pró-russa.

Depois da humilhante derrota na oposição contra Jean-Claude Juncker – que acabou eleito presidente da Comissão Europeia, esta terça-feira -, o Reino Unido não quis pronunciar-se sobre o tema dos altos cargos.

O primeiro-ministro, David Cameron, preferiu dizer que “o mais importante é que a situação na Ucrânia é inaceitável. A integridade territorial desse país não está a ser respeitada pela Rússia, e devemos enviar uma mensagem muito clara”.

A acompanhar os trabalhos no Conselho Europeu, a correspondente da euronews, Audrey Tilve, explica que “a ênfase na Ucrânia não esconde a dificuldade dos 28 países em chegarem a acordo sobre quem deve chefiar a diplomacia europeia, a partir de Novembro, e essa é a prioridade desta cimeira”.