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MH17: Comunidade internacional exige "inquérito "exaustivo, minucioso e independente"

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MH17: Comunidade internacional exige "inquérito "exaustivo, minucioso e independente"

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Um dia depois da catástrofe do voo MH 17, da Malaysia Airlines, a comunidade internacional é unânime: é preciso um inquérito “exaustivo, minucioso e independente” para conhecer as verdadeiras causas do desastre que causou a morte a 298 pessoas, maioritariamente holandesas.

No aparelho, abatido quando sobrevoava o leste da Ucrânia, seguiam famílias inteiras com crianças, rumo às férias. Mas também especialistas da sida que deviam participar numa conferência internacional, em Melbourne, na Austrália.

No terreno, voluntários e bombeiros passam os campos a pente fino, na busca de corpos, que se encontram dispersos num raio de vários quilómetros.

O Boeing 777, de Amesterdão para Kuala Lampur, sobrevoava o leste da Ucrânia quando foi abatido, ao que tudo indica, por um míssil terra-ar. Kiev e Moscovo acusam-se reciprocamente.

O aparelho voava a uma altitude de 10.000 metros – superior ao limite mínimo para os voos comerciais nesta zona da Ucrânia, e longe do alcance dos roquetes lançados pelos rebeldes contra aparelhos do exército ucraniano mas não ao abrigo de um míssil, como terá sido o caso.