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Rússia entre a espada e a parede


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Rússia entre a espada e a parede

Washington e Londres admitem impor novas sanções à Rússia.
Em causa o apoio de Moscovo aos separatistas pró-russos, no leste da Ucrânia, suspeitos de terem abatido o avião da Malaysia Airlines.

O presidente norte-americano considera que “dada a influência exercida pela Rússia junto das milícias, Vladimir Putin tem a obrigação de fazer com os separatistas cooperem na investigação” às causas do acidente aéreo. O chefe de Estado russo já disse estar interessado em descobrir o que aconteceu, mas Obama diz que “é importante passar das palavras aos atos.”

David Cameron não tem dúvidas que o Boeing 777 da companhia das linhas aéreas da Malásia – onde seguiam 10 britânicos – foi abatido por separatistas.

O chefe de governo britânico diz que a passagem de armas da Rússia para a Ucrânia é inaceitável e deixa um aviso. “A Rússia não pode ter acesso aos mercados, aos capitais e ao conhecimento europeus, enquanto ateia o conflito na Ucrânia.” Camerom admite, por isso, aumentar a pressão sobre Moscovo se nada for feito para alterar a atual situação.

França, Reino Unido, Alemanha e Holanda querem reforçar as sanções contra a Rússia.

A pressão pode aumentar já a partir desta terça-feira na reunião dos ministros dos Negócios da União Europeia, em Bruxelas.

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