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Gás e petróleo russo fora das novas sanções da UE contra Moscovo

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Gás e petróleo russo fora das novas sanções da UE contra Moscovo

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A União Europeia prepara-se para reforçar as sanções contra Moscovo no contexto da crise ucraniana, sem, no entanto, visar o petróleo e o gás russos.

Desde este sábado que 15 novas personalidades do país e 18 associações e empresas são alvo de medidas como o congelamento de bens no espaço da UE, entre as quais, os chefes dos serviços secretos internos e externos de Moscovo ou os governos e líderes separatistas do leste da Ucrânia.

Os responsáveis diplomáticos dos 28 deverão aprovar na terça-feira um primeiro pacote de sanções económicas, adotado esta noite pela Comissão Europeia, que abrange o acesso aos mercados de capitais, de armamento e de alta tecnologia, excluindo os setores sensíveis do gás e do petróleo.

Medidas apoiadas pelo primeiro-ministro holandês, que até hoje se opunha a novas represálias.

“Temos indicações claras de que a Rússia continua a armar os rebeldes. A Rússia só poderá evitar novas sanções se decidir distanciar-se dos rebeldes e suspender o fornecimento de armas aos separatistas”, afirmou Mark Rutte.

Uma mudança de discurso, na Holanda, e um reforço da pressão de Bruxelas, que coincide com as dúvidas sobre a responsabilidade dos separatistas na queda do avião da Malaysia Airlines na Ucrânia, com 193 holandeses entre as 298 vítimas do despenhamento.