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Governo holandês rejeita intervenção militar no leste da Ucrânia

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Governo holandês rejeita intervenção militar no leste da Ucrânia

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A intensificação dos combates no leste da Ucrânia já levou ao adiamento de uma deslocação de peritos holandeses e australianos ao local onde se despenhou
o aparelho das Linhas Aéreas da Malásia que resultou na morte de 298 pessoas.

Passados dez dias sobre o incidente, ainda não foram iniciadas as investigações. Há corpos de vítimas que ainda não foram recuperados e a área onde se encontram os destroços já teria sido comprometida.

Falando a jornalistas no domingo após uma reunião do governo, o primeiro-ministro holandês colocou de lado a possibilidade do envio de uma missão internacional classificando a ideia de irrealista.

Mark Rutte adiantou que a opção militar iria servir apenas para provocar os separatistas pró-Rússia o que levaria ao agravamento da situação.

Entretanto, na Holanda, prosseguem os esforços para a identificação dos restos mortais das vítimas que seguiam no voo MH17.

Cerca de duas centenas de peritos forenses estão a trabalhar na identificação das vítimas.

Do total de 298 passageiros, 193 são de nacionalidade holandesa.

Funcionários norte-americanos e ucranianos afirmam que o aparelho teria sido abatido por um míssil terra-ar disparado a partir do território controlado por rebeldes pró-Rússia.