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Agência da ONU acusa exército israelita de "grave violação" ao atacar escola de Gaza

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Agência da ONU acusa exército israelita de "grave violação" ao atacar escola de Gaza

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A Agência das Nações Unidas para os Refugiados da Palestina (UNRWA) acusa o exército israelita de “grave violação do direito internacional” depois do ataque a uma das escolas da organização na Faixa de Gaza esta quarta-feira.

O bombardeamento efetuado durante a madrugada matou pelo menos 20 pessoas.
A escola da ONU em Jabaliya era usada como refúgio para os deslocados do conflito
.
O porta-voz da organização no local, Christopher Robert Gunness, explica que “depois de visitar a escola, analisar os destroços e os fragmentos é possível afirmar que o edifício que albergava 3300 pessoas foi atingida por artilharia israelita”. O espaço foi atingido, pelo menos, por três morteiros. Por isso “condenam o que consideram uma violação do direito internacional feito pelas forças israelitas.”

Entretanto, do lado de Telavive, o porta-voz do exército, Peter Lerner, já reagiu a este ataque e garantiu que não foi intencional: “Durante a manhã houve um bombardeamento perto da escola e uma troca de tiros com as nossas forças. Nesta altura estamos a analisar os resultados mas é evidente que se trata de uma tragédia. De qualquer forma, o exército de Israel não dispara intencionalmente alvos instalações da ONU.

Ao 23º dia de combates, mais de 1.200 palestinianos morrerram, de acordo com dados dos serviços de emergência.
Do lado de Israel, o número de vítimas está estimado em 53 soldados e três civis.