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Escola da ONU em Gaza alvo de ataque israelita

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Escola da ONU em Gaza alvo de ataque israelita

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Desde a meia-noite terão sido mortos em Gaza pelo menos mais 32 palestinianos. Mais de metade tinham procurado refúgio numa escola da ONU, no campo de Jabaliya.

Israel garante que na mira dos ataques está o Hamas, mas a fatura da guerra está a ser paga, essencialmente, pelos civis. A população não poupa, por isso, críticas ao Estado hebraico.

“Não percebo o que aconteceu. Estávamos sob proteção das Nações Unidas e quando regressamos da mesquita fomos atacados. O que nos estão a fazer não é justo” afirma uma mulher.

O exército israelita confirmou, em comunicado, ter realizado vários ataques na última noite, mas contra alvos terroristas.

Ontem, foi o dia mais sangrento desde o início da ofensiva. Os bombardeamentos que duram há 23 dias já provocaram cerca de 1300 mortos lado palestiniano e 56 do lado israelita. O número de feridos ultrapassa os 7 mil.

O Estado hebraico intensificou os ataques depois de o Hamas ter rejeitado o prolongamento do cessar-fogo humanitário há menos de uma semana.

Delegações do movimento islâmico e da Autoridade Palestiniana reúnem-se, hoje, com representantes do governo egípcio na tentativa de chegar a um cessar-fogo.