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Há "novas provas" sobre envolvimento da Rússia na morte de Litvinenko

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Há "novas provas" sobre envolvimento da Rússia na morte de Litvinenko

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Determinar o envolvimento Estado russo na morte do antigo espião do KGB, Alexander Litvinenko.

É o objetivo do inquérito aberto, hoje, pela Grã-Bretanha e que deve estar concluído em 2015.

O caso promete fazer aumentar a tensão entre Moscovo e Londres. O governo britânico garante que a decisão não está ligada à crise ucraniana ou à queda do avião da Malasya Airlines.

A viúva de Litvinenko aplaude a decisão justificada, agora, com a existência de novas provas.

Litvinenko morreu em 2006 depois de ter sido envenenado na capital britânica.

As suspeitas recaíram sobre dois antigos agentes do KGB que Moscovo se recusou a extraditar.

O antigo espião pediu asilo ao Reino Unido depois de ter denunciado a morte por encomenda do oligarca Boris Berezovski.

Litvinenko sabia que corria perigo de vida perigo e, antes de ser envenenado, disse ao mundo que o único interessado na sua morte era Vladimir Putin.

O Kremlin sempre negou qualquer envolvimento na morte do antigo espião.