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Mundial 2014: Artista de rua pinta mural da "Copa" sem Cristiano Ronaldo


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Mundial 2014: Artista de rua pinta mural da "Copa" sem Cristiano Ronaldo

Marcos Jambeiro é um pintor de rua e, percebe-se, também um amante de futebol. Não estranha, por isso, que tal como há 4 anos tenha voltado a criar um mural dedicado à “Copa”. Esta nova obra de Jambeiro tornou-se já uma das mais recentes atrações de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Há quatro anos, o artista “carioca” criou um mural a que deu o nome “Bonde da Seleção” e que representava a “canarinha” a caminho do Mundial da África do Sul. Este ano, em resposta a um convite que lhe foi endereçado, decidiu aproveitar a parede exterior do Clube dos Marimbas, numa das pontas de Copacabana, decidiu criar um mural com os momentos mais marcantes da recente “Copa” no Brasil.

“Tudo o que foi acontecendo na ‘Copa’ eu fui resumindo na pintura. Tenho o [alemão Miroslav] Klose a comemorar e, em baixo, infelizmente, a derrota do Brasil, os 7-1. Foi uma tragédia e eu pintei a frustração dos jogadores da seleção brasileira”, destacou Jambeiro, em declarações a um canal de televisão alemão, pertencente à Eurovisão.


A criação deste mural dedicado à “Copa” 2014 arrancou logo no início da prova e foi crescendo à medida que o torneio progredia. Da esquerda para a direita do mural, começamos com o Estádio do Maracanã, que viria a ser palco da final; vemos Neymar, a estrela da “canarinha”, que, com o braço esquerdo esconde a bandeira de Portugal; o Cristo Redentor olhando para a baía da “cidade maravilhosa” dá lugar ao rol dos países que participaram no torneio.


Nos episódios marcantes do Mundial, temos o golo inaugural da Holanda na goleada à Espanha; Leo Messi a celebrar; uma defesa do guarda-redes mexicano Ochoa; uma celebração do uruguaio Luís Suarez de boca aberta, como um tubarão; o salto mortal de Klose quando igualou o recorde de Ronaldo como melhor marcador de todos os Mundiais; um beijo endereçado pelo italiano Balotelli; a celebração do norte-americano John Brooks, após o golo da vitoria sobre o Gana; alguns adeptos do mundial a passear por Copacabana; de novo Klose, após marcar o golo que o tornou como o melhor marcador de sempre em Mundiais; o derradeiro penálti falhado pelo Chile diante do Brasil, nos oitavos-de-final; a festa de David Luiz após marcar à Colômbia, nos “quartos”; uma celebração do mexicano “Chicharito” Hernandez e do guarda-redes brasileiro Júlio César; e a frustração do guarda-redes espanhol Iker Casillas.

Ressalta contudo, à exceção da envergonhada bandeira escondida por Neymar, a ausência de qualquer referência à equipa de Portugal. Nem mesmo uma ao atual melhor jogador do Mundo, Cristiano Ronaldo. A prestação dececionante da Equipa das Quinas fez pouco por merecer a referência, é verdade, mas… é no mínimo estranho o avançado do Real Madrid não estar representado.

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