Última hora

Última hora

Jornada sangrenta em Gaza, Israel promete não baixar a guarda

Em leitura:

Jornada sangrenta em Gaza, Israel promete não baixar a guarda

Tamanho do texto Aa Aa

O cessar-fogo relâmpago entre israelitas e palestinianos depressa se esfumou e traduziu-se, na prática, em uma jornada sangrenta e de acusações mútuas de responsabilidade no fim das tréguas.

Ao início deste sábado, ainda era sexta-feira em Portugal, a aviação israelita prosseguiu os intensos bombardeamentos em Rafah, no sul da Faixa de Gaza, deixando a cidade em ruínas.

Dezenas de palestinianos perderam a vida, engrossando o somatório de mortes que já supera 1500. Os feridos são quase sete mil.

Muitos aproveitaram a frágil trégua para enterrar os respetivos mortos.

Israel acusou o Hamas de violar o cessar-fogo em Gaza. O movimento argumenta que Telavive prosseguia as operações no interior dos túneis clandestinos de acesso ao território.

O soldado Hadar Goldin foi, ao que tudo indica, capturado em um desses mesmos túneis. O ramo militar do Hamas garantiu que desconhece a situação ou o paradeiro do mesmo.

Na ofensiva, Israel já perdeu 63 soldados e três civis, mas o braço-de-ferro promete persistir.

O exército israelita divulgou um vídeo apresentando a descoberta, na casa de um elemento do Hamas, de armas e de um túnel. Passagens idênticas a esta são as que Israel procura destruir a todo o custo.