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Alarme crescente gerado pelo vírus do ébola faz crescer vigilância e ações de prevenção

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Alarme crescente gerado pelo vírus do ébola faz crescer vigilância e ações de prevenção

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Sem cura, o melhor remédio para o vírus do ébola é o controlo. As autoridades aeroportuárias nigerianas estão em alerta máximo. Desdobram-se em operações de monitorização dos passageiros que chegam ao aeroporto de Lagos.

Uma medida de prevenção depois da morte de um consultor do Ministério das Finanças da Libéria, na capital nigeriana. A Organização Mundial de Saúde relatou três novos casos na Nigéria, dois deles prováveis e um suspeito.

A prevenção também é palavra de ordem na Serra Leoa. Equipas de especialistas deslocam-se pelas ruas, para alertar a população sobre os sintomas da doença. Comboios de camiões militares conduziram soldados e assistentes de saúde ao extremo leste do país, onde o número de casos é maior.

Na Libéria, as autoridades removeram este domingo o corpo de uma mulher vítima do vírus mortal. Alguns habitantes protestaram contra a resposta que consideram ser demasiado tardia.

Até agora contam-se mais de 800 mortos, vítimas do vírus do ébola, em África, num total de 1.603 casos.

O Banco Mundial decidiu disponibilizar cerca de 149 milhões de euros à Guiné-Conacri, Serra Leoa e Libéria para combater a epidemia.

O Banco Mundial fez o anúncio aos líderes africanos, mas também aos 35 presidentes que estão em Washington para participar na cimeira EUA-África.

Nos Estados Unidos, aguarda-se a chegada de uma missionária infetada, esta terça-feira, o mesmo dia em que o hospital Monte Sinai deverá divulgar os resultados dos exames de um homem que viajou para o continente africano e já em solo norte-americano deu entrada nas urgências com sintomas suspeitos.