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Iraque a ferro e fogo

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Iraque a ferro e fogo

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Mantém-se o cenário de guerra no Iraque. Os jihadistas tomaram a maior cidade cristã do país, Qaraqosh, obrigando 100 mil cristãos a fugirem frente às ameaças de morte se não se converterem ao Islão. Elementos do grupo extremista sunita Estado Islâmico do Iraque e do Levante continuam a fortalecer a sua posição no norte do país, próximo à região curda onde estão refugiados milhares de iraquianos que fugiram da guerra.

Kirkuk, cerca de 200 quilómetros a norte de Bagdad, cidade rica em petróleo, está sob o controlo das tropas Peshmerga, depois da fuga dos efetivos do exército iraquiano, na sequência de um ataque dos rebeldes.

Nesta cidade morreu, pelo menos, uma dezena de pessoas, quatro dezenas terão ficado feridas, na explosão de dois carros-armadilhados perto de uma mesquita xiita. Mesquita que era o abrigo de refugiados que fugiam da violência em Tal Afar.

Forças do governo iraquiano dizem ter sob controlo Udhaim, a norte de Bagdad, mas os extremistas, leais ao Estado islâmico, terão conseguido o controlo da maior barragem do Iraque.

França já pediu uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas e diz estar “preocupada com os últimos avanços do Estado Islâmico do Iraque e do Levante no norte” do país.