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Iraque: Atenuar as tensões num país em guerra

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Iraque: Atenuar as tensões num país em guerra

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As autoridades iraquianas tentam, a todo o custo, atenuar as tensões que se vivem no país, depois do ataque a uma mesquita sunita, na província de Diyala, esta sexta-feira. Mais de setenta pessoas morreram.

O líder de uma das milícias xiitas já condenou o ataque:

“O que aconteceu foi um crime e não podemos fechar os olhos a isso. Não há palavras para qualificar a situação. Havia mulheres e crianças na mesquita. Matá-las é bárbaro. É algo que não aceitamos e condenamos, categoricamente”, afirma Qais al-Khazali, líder da Asaib Ahl al-Haq.

O ataque levou os legisladores sunitas a retirarem-se das negociações para formar um novo governo. Para alguns iraquianos os responsáveis por este ataque querem desestabilizar o país:

“Há mãos cruéis e malignas que tentam destruir a sociedade iraquiana e criar a divisão e a destruição entre os iraquianos. Garanto-vos que aqueles que estão a brincar com a sociedade iraquiana não são iraquianos”, diz um habitante de Bagdade.

No terreno a situação continua tensa. Em Kirkuk, três atentados, mataram, pelo menos, quinze pessoas. Em Bagdade, um carro armadilhado, chocou contra os serviços secretos. Morreu quase uma dezena de pessoas. Cenário idêntico em Tikrit.