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Ucrânia festeja 23 anos de independência mergulhada numa guerra

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Ucrânia festeja 23 anos de independência mergulhada numa guerra

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A Ucrânia assinala, hoje, o Dia da Independência, mas o ambiente de festa em Kiev é bem diferente daquele que se vive no leste do país.

Este domingo, um hospital foi atingido por um bombardeamento no centro de Donetsk, bastião dos separatistas pró-russos.

O chefe de Estado prometeu, entretanto, canalizar cerca de 2,2 mil milhões de euros para o exército ao longo dos próximos três anos.

“Não queríamos esta guerra, mas fomos forçados a aceitá-la. Preferimos a paz. Essa é a nossa escolha e integra a proposta para Donbass já apresentada em junho. Os valores da Ucrânia estão a ser apoiados por aqueles que revelaram ser os verdadeiros amigos e parceiros do nosso país. Falo da União Europeia, dos Estados Unidos e de outros países. Em suma, o mundo está ao lado da Ucrânia” afirma Petro Poroshenko.

A república da antiga União Soviética que proclamou a independência há 23 anos quer a paz, mas não à custa da integridade territorial da Ucrânia. Kiev não reconhece a anexação russa da Crimeia e já fez saber que a guerra contra os separatistas é para levar até ao fim.