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Médicos Sem Fronteiras dão formação aos que lutam contra o ébola

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Médicos Sem Fronteiras dão formação aos que lutam contra o ébola

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Na Bélgica, os Médicos Sem Fronteiras (MSF) estão a administrar formação ao seu pessoal e a voluntários de outras organizações humanitárias, que estão envolvidos na luta para travar o ébola.

A epidemia já matou perto de 1500 pessoas desde que o novo surto do vírus foi detetado nas florestas da Guiné-Conacri, em março.

Na África Ocidental, as organizações humanitárias não têm mãos a medir na tentativa de conter a febre hemorrágica, que já matou mais de uma centena de voluntários.

Dada a facilidade com que o vírus se transmite, todos os cuidados são poucos.

“Sendo o ébola transmitido pelos fluídos corporais, o equipamento de proteção é fundamental”, explica um responsável pela logística das ONG.

Na Líbéria, um dos três países no epicentro do surto, a Presidente Ellen Sirleaf demitiu os ministros e outros responsáveis que desobedeceram à ordem de regressar a Monróvia.

Segundo o Banco Africano de Desenvolvimento, a epidemia de ébola poderá custar até 1,5% do PIB aos países afetados.