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Pintura mural na medina de Arzila em Marrocos


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Pintura mural na medina de Arzila em Marrocos

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O Festival de Artes de Arzila é um dos pontos altos da agenda cultural marroquina.

Todos os anos, artistas de Marrocos e de vários países do mundo dedicam-se à pintura mural e a várias formas de arte ao ar livre.

A cidade tem uma longa história de intercâmbio cultural, desde a presença dos fenícios à dos portugueses que construíram fortificações nos séculos XV e XVI.

Este ano, o Barém é o convidado de honra.

“As trocas culturais entre o Reino do Barém e o de Marrocos são muito importantes. Quisemos oferecer uma grande variedade de coisas. Houve uma exposição de arte e na última noite ouvimos um concerto de música tradicional. Esta noite há outro concerto e um evento com escritores do Barém. Quisemos que o festival fosse o mais rico possível”, disse Abdulrahim Sharif, professor de Arte da Universidade do Barém.

Nabeela Al Khayer foi uma das artistas convidadas para representar o pequeno Estado do Golfo Pérsico.

“É interessante trabalhar aqui com artistas de várias partes do mundo. A própria beleza da cidade de Arzila inspira-nos a pintar”, afirmou Nabeela Al Khayer.

Uma orquestra de música clássica que mistura instrumentos ocidentais e orientais, sob a direção do maestro japonês Missa Johnouchi, foi um dos grandes destaques da programação.

“O repertório selecionado é selecionado e tocado pela Orquestra Nacional do Barém com direção do aclamado chefe de orquestra japonês que é embaixador para a paz do Japão e da Unesco”, afirmou Sheikha Mai Al Khalifa, ministra da Cultura do Barém.

O Festival organizou um ateliê prático de serigrafia e gravura onde artistas de vários países partilharam conhecimentos e técnicas.

No próximo verão, o muro da medina de Arzila voltará a ser branco para dar a oportunidade a um novo grupo de artistas de recomeçar tudo outra vez.

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