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Afeganistão e crise na Ucrânia dominam cimeira da NATO

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Afeganistão e crise na Ucrânia dominam cimeira da NATO

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Os trabalhos da Cimeira da NATO arrancam esta tarde com uma reunião de chefes de Estado e de Governo sobre o Afeganistão, estando prevista uma cerimónia de homenagem aos militares que participam nas operações.

O apoio às autoridades de Cabul deverá ser reafirmado. Receia-se que após a retirada das tropas da coligação o país caia nas mãos dos jhiadistas à semelhança do que aconteceu no Iraque.

“Se uma intervenção militar do ponto de vista ocidental se tornou neccesaria a grande questão é se a NATO poderá desempenhar esse grande papel ou não. Penso que o melhor seria uma coligação de vontades, modelo que deveriam seguir, uma espécie formação de estados membros dispostos a fazer essa operação sem usar os meios da NATO”.

Sobre a Ucrânia a principal decisão face ao conflito em curso na Ucrânia deverá ser a aprovação do anunciado destacamento de uma força de resposta rápida da NATO para o leste da Europa.

O correspondente da Euronews explica: “Há um amplo consenso aqui que ataques militares por si só não será suficiente para resolver o Estado Islâmico. Obama e Cameron terão de buscar apoios na região. Diz-se que não vão resolver o problema sem o apoio de Irão e talvez solicianto a ajuda ao presidente da Síria Bachar al Assad “.