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Bélgica ajuda a atingir a meta de 9 mulheres na Comissão Europeia

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Bélgica ajuda a atingir a meta de 9 mulheres na Comissão Europeia

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Marianne Thyssen, eurodeputada de centro-direita, foi indicada para comissária europeia pelo governo da Bélgica, o último dos 28 países da União a comunicar a escolha para o executivo que vai ser liderado por Jean-Claude Juncker.

O presidente da futura Comissão Europeia poderá ter conseguido obter, a custo, pelo menos 9 mulheres, tal como existem na equipa que está de saída.

A eurodeputada alemão dos Verdes, Rebecca Harms, diz estar “muito satisfeita por, fruto do diálogo entre Jean-Claude Juncker e o Parlamento Europeu, se ter conseguido que mais mulheres façam parte da equipa do que num primeiro momento era a intenção dos Estados-membros”.

Os outros países que indicaram mulheres são Itália, Bulgária, Dinamarca, Polónia, República Checa, Eslovénia e Suécia; havendo ainda algumas dúvidas sobre o caso da Roménia.

Jean-Claude Juncker prometeu atribuir algumas vice-presidências e pastas importantes aos países que indicassem mulheres.

Rebecca Harms realça que “houve uma certa audácia na última sessão legislativa do Parlamento Europeu de propor que pelo menos 40% de mulheres façam parte dos conselhos de administração das grandes empresas. Mas na política, onde as mulheres desde há muito deram provas de serem tão capazes como os homens, parece haver uma certa tendência para continuar a pô-las de lado”.

A equipa de Juncker será ainda submetida a audições no Parlamento Europeu. Se for aceite, tomará posse a 1 de Novembro.

Portugal, que está há 28 anos na União, voltou a indicar um homem tal como sempre no passado. O governo de Lisboa apresentou a candidatura de Carlos Moedas, secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro.