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Propagação rápida do ébola leva farmacêuticas a uma corrida contra o tempo

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Propagação rápida do ébola leva farmacêuticas a uma corrida contra o tempo

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O ébola continua a propagar-se e este é já considerado o pior surto mundial do vírus.

As farmacêuticas estão a acelerar os seus ensaios clínicos, quando não se esperava que, em algumas delas, os testes, em humanos, acontecessem antes do final de 2015.

A corrida ao desenvolvimento de novos medicamentos e vacinas foi estimulada pela decisão da Organização Mundial de Saúde, OMS, usar produtos experimentais, na atual epidemia, dado o elevado número de mortos.

“Esta epidemia de ébola é a maior, a mais grave e a mais complexa que já vimos na história desta doença desde há 40 anos. Ninguém, nem mesmo os que lidaram com o surto em 1976 e 1995, as pessoas que estiveram, diretamente, envolvidas com estes surtos, nenhum deles viu nada parecido”, explica Margaret Chan, diretora-geral da OMS.

Segundo a OMS o número de mortos, na sequência do vírus ébola, ultrapassa já os 1900 na África Ocidental. A organização adianta que há 3.500 casos, confirmados ou prováveis, ​​na Guiné-Conacri, Serra Leoa e Libéria.

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