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O projeto "low cost" da Air France-KLM

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O projeto "low cost" da Air France-KLM

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A Air France-KLM muda de rota e aposta nas ligações de baixo custo a nível europeu.

O novo plano de reorganização do grupo, designado Perform 2020, dá prioridade ao desenvolvimento da companhia “low cost” Transavia. Para lá da Transavia França ou Holanda, a Air France quer lançar bases noutros países já em 2015.

Em Portugal, prevê instalar aviões e pessoal no Porto e em Lisboa.

O objetivo é recuperar passageiros perdidos para a Ryanair, Easyjet e outras companhias europeias de baixo custo. Mas o desafio é grande, face aos dados da Associação Europeia de companhias de baixo custo.

A Transavia.com transportou, em 2013, seis milhões e meio de passageiros. Enquanto a líder do setor na Europa, Ryanair atingiu 81,4 milhões e a Easyjet 61,4 milhões de passageiros.

Mas a concorrência da Air France-KLM às rivais terá de fazer-se também em termos de custos.

O preço de um bilhete na Transavia é 40% inferior ao da Air France, mas é superior ao das rivais “low cost”.

Para poupar, a Air France-KLM pretende contratar pilotos, pessoal de cabina e de terra a nível local, segundo a legislação do país.

Um projeto que desencadeou os protestos dos pilotos da Air France, convidados (na base do voluntariado) a passar para a Transavia, com salários mais baixos. Estes marcaram uma greve a partir de 15 de setembro.