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Ucrânia, Afeganistão e jihadistas dominaram o arranque da cimeira da NATO

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Ucrânia, Afeganistão e jihadistas dominaram o arranque da cimeira da NATO

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Futuro do Afeganistão, conflito na Mesopotâmia e, naturalmente, a crise na Ucrânia dominaram o 1.º dia da cimeira da NATO, no País de Gales.

A Aliança Atlântica reiterou que o “compromisso com o Afeganistão perdurará além da missão aliada”, que termina no final do ano.

Quando ao jugo jihadista, que avança na Síria e no Iraque, o secretário-geral da NATO, Anders Fogh Rasmussen, considera que a comunidade internacional “tem a obrigação de intervir” e promete “ponderar seriamente” qualquer pedido de ajuda da parte do Iraque.

Já o primeiro-ministro britânico salientou que “o que é necessário são ações no terreno: dos curdos, do novo governo iraquiano, dos países vizinhos. A essa pressão, junta-se o papel que países como o Reino Unido, a América e outros podem desempenhar”. David Cameron recordou que Londres já está a “armar os curdos (…) a ajudar o governo iraquiano (…) a fornecer ajuda humanitária” e a apoiar os ataques aéreos norte-americanos. “Tudo isto tem de funcionar em conjunto”, concluiu.

O Presidente da Ucrânia foi o convidado de uma mesa redonda onde estiveram os líderes dos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França e Itália. “Prudentemente otimista” com a possibilidade de um acordo de cessar-fogo já esta sexta-feira, Petro Poroshenko deixou a cimeira com a garantia que a NATO vai apoiar a Ucrânia com 15 milhões de euros para modernizar as forças armadas.

Pela “Paz”, centenas de pessoas manifestaram-se próximo do local onde decorria a cimeira.

Para o enviado da euronews a Newport, James Franey, depois de “tantas desilusões no conflito, o presidente Poroshenko tem de avaliar se Putin está a ser sincero na proposta para acabar com o conflito ou se está simplesmente a proteger os interesses da Rússia”.