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"Destiny": Já tem um?

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"Destiny": Já tem um?

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Há já quem lhe chame “o jogo da década”. Destiny foi colocado à venda esta terça-feira, 9 de setembro.

Dos mesmos criadores de Call of Duty e Halo, Destiny é uma aventura multiplataforma e multijogador que promete arrastar milhões.

“É um mundo virtual, partilhado, onde cada Guardião que encontra é um outro jogador. Pode jogar em diferentes modos e da forma que mais lhe convier a cada momento. Proporciona uma experiência em que escolhe o que quer fazer e como o fazer. Pode decidir avançar sozinho, com amigos ou com pessoas que não conhece. Penso que será fantástico”, refere o responsável britânico da editora ActiVision, Roy Stackhouse.

A companhia investiu 500 milhões dólares, perto de 400 milhões de euros na produção e promoção de Destiny

Para um jornalista da especialidade “é como lançar um foguetão para o espaço. É necessário gastar muita energia para o colocar no ar. Mas, quando atinge a órbita, as forças e a gravidade fazem o resto e a viagem torna-se mais fácil. O difícil é o arranque e é para aí que vão os 500 milhões”, afirma Wesley Yin-Poole.

Para recuperar o investimento, a ActiVision terá de vender entre 15 a 16 milhões de cópias de Destiny, a 60 dólares cada, segundo os analistas. Um número que não parece demasiado ambicioso, se pensarmos que 4,5 milhões de pessoas jogaram a versão beta ou olharmos para a multidão que aguardou pelo lançamento do jogo em Londres.

Num universo apocalíptico, 700 anos depois da nossa Era, o jogador é o guardião da última cidade na Terra. Mas para defender o lar, o guardião terá de explorar estranhos mundos, desenvolver estratégias e criar alianças, muitas vezes frágeis, para eliminar extraterrestres e defender o planeta azul.