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Evolução do cessar-fogo condiciona sanções da UE contra Rússia

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Evolução do cessar-fogo condiciona sanções da UE contra Rússia

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As maiores empresas públicas petrolíferas russas poderão deixar de ter acesso aos mercados de capitais europeus. São um dos principais alvos num novo pacote de sanções da União Europeia (UE) contra o regime de Moscovo, por causa da interferência na Ucrânia.

O pacote, que inclui também empresas de defesa e 24 personalidades, foi adotado no papel esta segunda-feira, mas a data de entrada em vigor depende de como evoluir a situação no terreno.

O eurodeputado Jacek Saryusz-Wolski esclareceu à euronews que “ou este acordo de cessar-fogo é respeitado ou haverá uma nova escalada do lado da UE em termos de sanções “.

O cessar-fogo entre os rebeldes pró-russos e o governo de Kiev foi declarado a 5 de setembro e alguns Estados-membros da UE
querem dar-lhe uma oportunidade e evitar novas retaliações da parte da Rússia contra os 28 países da União.

Mas a cantora e ativista ucraniana Ruslana criticou este compasso de espera e acusou a UE de “falta de caráter e de, na prática, tolerar o estado de guerra na Ucrânia”, durante uma sessão em que participou no Parlamento Europeu, em Bruxelas.

O novo pacote de sanções entra em vigor apenas quando todos os 28 países o adotarem através de um procedimento escrito e for publicado no jornal oficial da UE.