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EUA e coligação internacional contra o Estado Islâmico

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EUA e coligação internacional contra o Estado Islâmico

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Num esforço para combater os extremistas do Estado Islâmico (EI), Barack Obama anunciou a estratégia militar norte-americana, que inclui o alargamento da campanha de ataques aéreos à Síria e o reforço das operações já em curso no Iraque.

John Kerry conseguiu em Jeddah, na Arábia Saudita, o compromisso de dez Estados árabes para integrarem a luta internacional contra o EI.

“Da mesma forma que estamos em guerra contra a Al Qaeda e os seus aliados, estamos em guerra contra o Estado Islâmico. Mas não confundam, quando digo estamos não me refiro só aos Estados Unidos, mas sim à vasta coligação internacional que inclui governos sunitas da região e os nossos aliados de todo o mundo”, sublinhou Josh Earnest, secretário da Casa Branca para a imprensa.

Após Jeddah, John Kerry deslocou-se à Turquia que não irá participar nas operações militares da coligação internacional, mas sim nas operações humanitárias.

Após um encontro com as autoridades turcas, Kerry falou sobre a ausência do Irão na coligação internacional.

“Esta será uma ampla coligação de nações árabes, europeias e outras. Ninguém me questionou sobre o Irão integrar a coligação, mas acho que perante as circunstâncias, nesta altura, por muitas razões, não seria correto”, disse o secretário de Estado norte-americano.

No terreno, para já, entre os que lutam contra o avanço dos mais de 20 mil guerrilheiros do Estado Islâmico estão os curdos iraquianos e os homens do Exército Sírio Livre.