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Suécia a caminho de um impasse nas legislativas de domingo.


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Suécia a caminho de um impasse nas legislativas de domingo.

A confirmarem-se as últimas sondagens, a Suécia ficará num impasse político após as legislativas deste domingo.

A aliança de centro-direita, em torno do primeiro-ministro Fredrik Reinfeldt, tem recuperado bastante terreno, mas não chega aos 40% das intenções de voto.

A oposição prepara-se para vencer as eleições, mas os três partidos de esquerda devem obter à volta de 46%, ficando aquém de uma maioria absoluta para governar.

No último debate televisivo, o empurrão do líder da oposição a uma jovem ministra pode ter custado mais alguns votos ao homem melhor colocado para ser o próximo primeiro-ministro da Suécia, Stefan Lofven, de 57 anos, chefe dos sociais-democratas.

Segundo um comentador político, “a grande questão” na campanha tem sido saber “em quem é que o povo tem mais confiança? Quem é mais fidedigno para governar o país? Não há grande diferença entre os programas eleitorais, portanto será uma questão de personalidade”, conclui.

Outro dado a seguir com atenção é o resultado que a extrema-direita irá obter. Assentando a campanha nos temas habituais, como a denúncia da imigração, o partido Democratas da Suécia (SD) poderá chegar aos 10%, praticamente duplicando a votação de 2010, quando entrou pela primeira vez no Parlamento de Estocolmo.

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