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Iraque: Operação internacional começa a definir-se

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Iraque: Operação internacional começa a definir-se

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À medida que se prepara a missão de combate aos jihadistas do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), vão-se precisando as modalidades da intervenção internacional.

O secretário americano da Defesa apresenta, esta quarta-feira, o plano detalhado das operações. Barack Obama prometeu que não haverá tropas americanas no terreno mas, segundo o general Martin Dempsey, a situação pode evoluir:

“Considero que, neste momento, esta coligação é a melhor maneira para avançar e acredito nisto. Mas se as coisas piorarem e houver ameaças para os Estados Unidos, então voltarei a falar com o presidente para lhe recomendar que envie forças para o terreno”.

Para o secretário americano da Defesa, Chuck Hegel, a missão da coligação internacional não se esgota na destruição do Estado Islâmico, nem se resolve só com ataques aéreos:

“Isto não será fácil nem um esforço breve. É muito complicado. Estamos em guerra com o EIIL como estamos com a al qaeda. Mas destruir o EIIL requer muito mais do que esforços militares. Requer progresso na região e apoios no terreno, no Iraque e na Síria”.

O território sírio, onde os jihadistas estão fortemente presentes, será também alvo de ataques da força aérea americana. Obama excluiu qualquer coordenação com o regime de Damasco.

O conselheiro nacional iraquiano para a segurança foi a Damasco informar Bashar al Assad do evoluir da situação e falar da importância do reforço da cooperação na luta contra o terrorismo.