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ONU quer impedir crescimento da "jihad"

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ONU quer impedir crescimento da "jihad"

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O Conselho de Segurança das Nações Unidas adotou uma resolução para impedir os combatentes estrangeiros de se juntarem à “jihad” no Iraque e na Síria.

Barack Obama presidiu à reunião, o que aconteceu pela segunda vez na história. Pediu a colaboração de todos os parceiros dos Estados Unidos no combate às causas que fazem pessoas de vários países, sobretudo zonas de conflito, juntar-se aos combatentes islamitas.

Antes, o presidente americano tinha discursado perante a Assembleia-Geral da ONU: “A única linguagem que assassinos como este entendem é a linguagem da força. Os Estados Unidos vão trabalhar com uma larga coligação para desmantelar esta rede da morte. Neste esforço, não vamos estar sozinhos. Peço ao resto do mundo que se junte a nós. Peço sobretudo às comunidades muçulmanas que rejeitem clara e determinantemente a ideologia de organizações como a al-Qaeda ou o Estado Islâmico”, disse Obama perante a assembleia.

O secretário-geral da ONU, Ban-Ki-Moon, acrescentou que os mísseis podem matar os terroristas, mas só as políticas adequadas matam o terrorismo.

“O presidente Obama veio à Assembleia-Geral das Nações Unidas tentar vender uma guerra que ele próprio nunca quis combater. O repentino crescimento do Estado Islâmico mudou completamente a equação. Obama não recorreu à retórica de Bush, que era do “connosco ou contra nós” – mas deixou claro que a liderança dos Estados Unidos é necessária para criar paz e estabilidade num mundo desestabilizado”, concluiu o correspondente da euronews nos Estados Unidos, Stefan Grobe.