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Juventude de Hong kong desafia o "império" comunista chinês

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Juventude de Hong kong desafia o "império" comunista chinês

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Dezenas de milhares de manifestantes pró-democracia viveram mais uma jornada de protestos em Hong Kong. A campanha de desobediência civil prosegue na ex-colónia britânica que conhece o mais agitado movimento social desde a sua reintegração na China, em 1997.

Tudo começou há cinco dias no coração da ilha onde se encontram os arranha-céus mais emblemáticos da cidade. Mas o movimento alastrou rapidamente a Kowloon, no continente.

A polícia deu conta da existência de quarenta feridos, incluindo 12 elementos das forças da ordem.

Num gesto aparente de apaziguamento, o governo local anunciou de madrugada a retirada da polícia após uma longa noite de confrontos.

Em troca, os manifestantes foram convidados a “libertar as ruas ocupadas. Mas em vão. Mais de vinte mil pessoas, maioritariamente universitários apoiados por estudantes do ensino médio, protestam contra o domínio crescente de Pequim sobre assuntos locais.

Pequim anunciou em agosto que o futuro chefe do executivo local seria eleito por sufrágio universal em 2017, mas apenas dois ou três candidatos selecionados por um comité teria direito a concorrer às eleições.