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China diz que protestos de Hong Kong são "ilegais" e "assunto interno"

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China diz que protestos de Hong Kong são "ilegais" e "assunto interno"

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Pequim diz que os protestos pró-democracia em Hong Kong são “ilegais” e avisa os países estrangeiros de que se trata de um “assunto interno”.

A posição da China foi reafirmada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, durante uma visita aos Estados Unidos. Wang Yi foi recebido pelo presidente Barack Obama e pelo secretário de Estado John Kerry.

O chefe da diplomacia chinesa frisou que o seu governo “exprimiu de forma clara e firme a sua posição. O que se passa em Hong Kong é um assunto interno da China e todos os países devem respeitar a soberania chinesa. É um princípio básico da governação internacional”.

Mas Obama frisou a Wang Yi que Washington seguirá de perto a situação e apelou a uma resolução pacífica.

Kerry sublinhou, por seu lado, que os Estados Unidos, acreditam “que uma sociedade aberta com o mais alto nível de autonomia que for possível e governada pelo estado de direito é essencial para a estabilidade e prosperidade de Hong Kong”. E disse esperar “que as autoridades de Hong Kong exerçam moderação e respeitem o direitos dos manifestantes a exprimir pacificamente os seus pontos de vista”.

Indignados com a decisão da China de limitar a escolha dos candidatos para as eleições de 2017 em Hong Kong, os manifestantes exigem a demissão do chefe do executivo local. A ala estudantil dos protestos deu até esta quinta-feira para que isso aconteça, caso contrário, ameaça começar a ocupar, não só as ruas, mas também edifícios governamentais.