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Despedimento coletivo na Ópera de Roma

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Despedimento coletivo na Ópera de Roma

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O Teatro da Ópera de Roma despediu cerca de 200 membros do coro e da orquestra. O presidente da autarquia romana, Ignazio Marino, alega razões financeiras.

De acordo com a Ansa a decisão deveu-se ao insucesso das negociações entre a instituição e os sindicatos. As sucessivas greves levaram a que a Ópera de Roma tivesse perdido 12,9 milhões de euros, no ano passado.

Para o barítono, Francesco Melis, “a Ópera teve vários défices orçamentais e são sempre os trabalhadores que sofrem as consequências. Desta vez, elas são inimagináveis, impensáveis, desastrosas!”

O clima de instabilidade levou à saída do diretor musical, Riccardo Muti, a 22 de setembro.

O maestro, de 73 anos, afirmou sair “com grande tristeza” mas disse, ainda, que não existiam condições que garantissem a serenidade de que precisava para que as futuras produções resultassem.