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Alemanha enfrenta aquela que pode ser a maior greve ferroviária dos últimos anos

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Alemanha enfrenta aquela que pode ser a maior greve ferroviária dos últimos anos

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Aumentos salariais de cinco por cento e redução das horas de trabalho semanais. Estas são duas das exigências feitas pelo sindicato dos maquinistas GDL para pôr termo à greve dos ferroviários na Alemanha.

O protesto que arrancou, ontem, e se estende até segunda-feira, coincide com o início das férias de outono para desespero de milhares de alemães.

“Preciso de viajar, mas não tenho comboio. Vou ter de esperar dois dias” afirma um passageiro.

Uma alemã fala de “uma situação desagradável, sobretudo, porque a greve foi anunciada poucos dias antes do fim de semana. Não vou conseguir chegar a meu destino, por isso, tenho de voltar para trás.”

“Eu consegui um comboio para voltar para casa” refere um outro passageiro.

A greve está a afetar o transporte de passageiros e de mercadorias.

Há duas semanas, empresa pública Deutsche Bahn propôs um aumento salarial na ordem dos dois pontos percentuais. Uma nova proposta pode estar já em cima da mesa na tentativa de acabar com a paralisação, ainda, este domingo.