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Violência continua no centro de Hong Kong

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Violência continua no centro de Hong Kong

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Durante a noite de sábado para domingo e na última manhã, polícia e manifestantes, em Hong Kong terão entrado em confrontos. Alguns manifestantes terão tentado romper as barreiras policiais obrigando as autoridades a reforçarem o número de efetivos.

Espera-se uma nova ronda de negociações para esta terça-feira mas, por agora, a situação mantém-se tensa:

“A área ocupada em Mong Kok continua a ser de risco muito elevado. Ativistas de organizações radicais, bem como desordeiros estão a misturar-se com outros manifestantes. De vez em quando, organizam várias ações para provocar, diretamente, a polícia e criar o caos”, adianta um responsável pela polícia de Hong Kong.

Há quem acredite que, entre os manifestantes, maioritariamente estudantes, há elementos das tríades da máfia.

Em Hong Kong tem se vivido uma espécie de jogo do gato e do rato, como adianta o analista político Joseph Cheng:

“Os manifestantes têm vindo a adotar um tipo de táticas de guerrilha: é possível lidar com eles de manhã, quando são em pouco número mas, em seguida, eles regressam, à noite, e ocupam outro troço da estrada.”

Os protestos começaram no dia 26 de setembro, em oposição à decisão do governo central chinês de escolher os candidatos às primeiras eleições diretas no território, previstas para 2017.