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Europa unida contra o ébola promete fundos e repatriamentos

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Europa unida contra o ébola promete fundos e repatriamentos

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A União Europeia vai nomear um “coordenador para o ébola” numa tentativa de pôr fim à epidemia, numa altura em que a população receia, cada vez mais, um contágio em larga escala, no velho continente.

Reunidos no Luxemburgo, os ministros dos Negócios Estrangeiros prometem, também, pelo menos, 500 milhões de euros aos países atingidos.

O Reino Unido sugeriu duplicar esse fundo e alcançar os mil milhões de euros, e vai dizê-lo na cimeira europeia desta semana.

“É um investimento que vale a pena. O dinheiro será usado em mais camas de hospital e instalações de isolamento, nos países atingidos. A única forma de evitar a propagação é garantir o isolamento e o tratamento precoce”, explica Philip Hammond, o secretário britânico para os Negócios Estrangeiros.

Em discussão está, também, um sistema de repatriamento misto dos humanitários contagiados – independentemente da nacionalidade -, através de aviões civis ou militares, fretados pela Comissão Europeia, e de aviões privados de uma empresa especializada norte-americana.

Os responsáveis europeus estão conscientes de que, sem esta medida – reclamada pelas próprias Organizações Não-Governamentais -, será cada vez mais difícil recrutar voluntários para tratar os doentes.