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Tunísia realiza eleições marcadas por clima de insegurança

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Tunísia realiza eleições marcadas por clima de insegurança

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A Tunísia é hoje palco de legislativas cruciais para o país, que pena em concretizar os ideais da revolução que levou à queda do regime de Ben Ali, em 2011.

Longe da primeira revolta da “Primavera Árabe”, o escrutínio está marcado pelas preocupações com a segurança, face ao recrudescimento do islamismo radical.

O primeiro-ministro Mehdi Jomaa frisou que o voto é “um sinal de esperança” para toda a região, mas admitiu a possibilidade de ataques “jihadistas” com o objetivo de destabilisar o processo democrático.

O governo mobilizou 80.000 polícias e militares para acompanhar o escrutínio.

Sintoma do clima de insegurança, o cerco conduzido na quinta e sexta-feira pelas forças da ordem contra supostos militantes radicais, entricheirados numa casa nos arredores da capital. Uma operação que durou mais de 24 horas e que se saldou na morte de seis supostos membros de um grupo armado, entre os quais cinco mulheres.