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Ébola: Medidas sanitárias obrigam à quarentena compulsiva nos EUA

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Ébola: Medidas sanitárias obrigam à quarentena compulsiva nos EUA

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Nos Estados Unidos, ao abrigo das novas medidas preventivas contra a propagação do Ébola, Kaci Hickox, uma enfermeira que regressou a Newark proveniente da Serra Leoa, foi colocada sob quarentena na sexta-feira, mas uma primeira análise não acusou a presença do vírus.

O Governador de Nova Jersey apelou para que a deixassem terminar a quarentena em casa.

“Estamos muito felizes por ela poder deixar o hospital esta manhã, uma vez que não tem sintomas há mais de 24 horas. Nova Jersey está a providenciar um transporte para a levar para casa no Maine, cujas autoridades sanitárias locais a vão cuidar e vigiar”, disse o governador Chris Christie.

Os estados de Nova Iorque, Nova Jersey e, mais recentemente, Illinois, adotaram medidas extraordinárias para evitar a propagação do Ébola que incluem quarentenas automáticas compulsivas para qualquer profissional de saúde que regresse aos Estados Unidos, vindo de um dos países mais atingidos pelo surto de Ébola – Guiné-Conacri, Libéria e Serra Leoa.

“Queremos que fique claro que, quaisquer que sejam as políticas postas em prática para proteger o público americano, não são um desincentivo para os médicos e enfermeiras querem voluntariamente viajar para a África Ocidental para cuidar e tratar doentes com Ébola”, afirmou um porta-voz da Casa Branca.

A Organização Mundial de Saúde divulgou no sábado que o atual surto de Ébola, centrado na África Ocidental mas com casos noutras partes do mundo, regista até ao momento mais de 10.140 casos em oito países, sendo cerca de 5000 deles mortais.