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Romenos impedidos de votar no estrangeiro

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Romenos impedidos de votar no estrangeiro

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A ida às urnas de milhares de romenos, que este domingo votaram para a primeira volta das presidencias, acabou em pesadelo.

Os residentes no estrangeiro defrontaram-se com um sem fim de irregularidades que não lhes permitiu o exercício do direito de voto e os prostestos eclodiram.

Incidentes foram registados em Londres, Paris e Madrid onde longas filas se formaram até ao escurecer. Aqui as urnas encerraram às 21 horas ignorando os eleitores que esperavam à porta.

“É absolutamente inaceitável, estamos há várias horas à espera, desde as 13 horas, até agora e ainda não sei se conseguirei entrar para votar!”

Os manifestantes protestaram e pedem a demissão do ministro dos Negócios Estrangeiros que acusam de má organização do acto eleitoral.

O número de mesas de voto foi duplicado no caso de um aumento repentino de pessoas a quererem votar, mas os cálulos terão sido imprecisos.

Ainda assim, nas 294 assembleias de voto na diáspora, 161,054 romenos foram às urnas.