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Rota do Rum: Prova passa pela Madeira e há quem se alimente a lagosta

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Rota do Rum: Prova passa pela Madeira e há quem se alimente a lagosta

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Ao quarto dia, a Rota do Rum passou ao largo do arquipélago português da Madeira. O líder é Loick Peyron, que pela manhã desfrutou da primeira refeição quente desde o início desta corrida à vela, em mar aberto, rumo a Guadalupe: um guisado de feijão na caçarola.


Para manterem o foco no porto de destino e o sonho da vitória, os concorrentes têm de se manter em forma e para isso devem alimentar-se bem. “Todos os concorrentes da Rota do Rum – homens ou mulheres, jovens ou menos jovens, franceses ou estrangeiros – precisam de comer e beber com regularidade. Para isso, há alimentos liofilizados, frescos e, entre outros, até ‘gourmets’. O debate, desta vez, está à mesa”, lança Rémi Pelletier, antes de nos revelar os “menus” de alguns dos participantes na prova.

Miranda Merron, a “skipper” do “Campagne de France” revela-nos que “a comida a bordo é, basicamente, congelada e desidratada”. “Temos cereais, chocolate, caju e bolo de Natal da minha mãe, que tem muitas calorias. Também trazemos muito chá e algum leite para o chá porque eu sou inglesa. É importante mantermo-nos hidratados e muito fácil esquecermo-nos de o fazer”, alerta Miranda Merron.


Para o “skipper” do “Serenis Consulting”, é “preciso muito cuidado com a alimentação”. “Fazemos jornadas muito longas, não dormimos muito, por isso não devemos ficar sem comer nem podemos comer qualquer coisa. Eu tenho alguns alimentos em vácuo, por exemplo. A alimentação é a chave para dormirmos bem”, afirma Ean Galfione.

Nils Boyer, por fim, parece ser um dos mais finos velejadores em prova.
“Eu sou alimentado por um’chef Michelin’ de Saint Malo. A minha comida vem do restaurante Saint Placide. Durante 20 dias, vou comer conchas ‘Saint Jacques’, lagosta e risoto de lagostim. Julgo que podia ser pior”, brincou o “skipper” do “Let’s Go.”