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A maratona autêntica

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A maratona autêntica

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Há muitas maratonas em todo o mundo, mas esta é única, porque reconstitui o percurso da primeira de todas.

A história do soldado Feidípedes, que morreu de cansaço depois de correr os 42 quilómetros que separam o local da batalha de Maratona de Atenas é recordada anualmente na capital grega, com uma reconstituição do percurso original, com chegada no mítico estádio Panathinaikon.

Esta foi uma maratona de recordes. Na competição masculina, o queniano Felix Kandie registou uma nova melhor marca de sempre: Duas horas, dez minutos e 36 segundos. Kandie terminou à frente de dois compatriotas, Raymond Bett e Kiptanui Chobei.

Nos femininos, a vitória foi também para uma queniana. Naomi Maiyo, com um tempo de duas horas, 41 minutos e cinco segundos.

E, para não variar, o pódio foi preenchido com outras duas quenianas. O Quénia consegue assim o pleno, com a totalidade dos pódios masculino e feminino. Nancy Rotich, vencedora na edição do ano passado, foi segunda e Linah Chirchir foi terceira classificada.

Aos milhares de participantes juntou-se muito público, que quis ver de perto os atletas, não só no Panathinaikon, como em Maratona e ao longo de todo o percurso.

“A maratona de Atenas, a autêntica, foi um sucesso. Mais uma vez, foi batido o recorde de participação. Milhares de atletas de todo o mundo prestaram homenagem a esta corrida histórica”, relata Ioannis Karagiorgas, da delegação da euronews em Atenas.