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Espanha: "Arrastão" policial anti corrupção

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Espanha: "Arrastão" policial anti corrupção

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As sedes de treze governos locais e regionais, em Espanha, foram alvo de perquisição no âmbito das investigações sobre suspeitas de corrupção em contratos públicos.

Liderada pela juiza de Sevilha, Mercedes Alaya, a operação visa trinta pessoas por fraude fiscal, lavagem de dinheiro e falsificação de contabilidade.

O porta-voz do governo da Andaluzia explica que as investigações se limitam à esfera dos funcionários públicos. “Neste caso, parece que é limitado à esfera de funcionários públicos mas independentemente do nível são necessárias sanções.”

Esta operação foi ordenada pelo ministério do Interior.

A corrupção é a segunda maior preocupação dos espanhóis depois da taxa de desemprego de quase um quarto da população ativa.

As buscas e, em alguns casos prisões, ocorreram especialmente nas províncias de Sevilha, Córdoba, Jaén, Huelva, Cádiz, Granada, e as regiões de Madrid, Valência, Ilhas Canárias, mas Zaragoza e Barcelona.

As pessoas visadas são suspeitas de terem recebido contrapartidas financeiras no âmbito de uma vasta rede de corrupção que permite às empresas a adjudicação de contratos.