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Israel condena ataques de extremistas a uma mesquita e uma sinagoga

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Israel condena ataques de extremistas a uma mesquita e uma sinagoga

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O Governo de Israel, pela voz do ministro da Ciência e Tecnologia, condenou esta quarta-feira os ataques da última madrugada contra uma mesquita, na Cisjordânia, perto de Ramala, e uma antiga sinagoga, na Galileia, em Shfaram. A mesquita foi incendiada e a sinagoga foi atingida por um coquetel molotov.


Ambos os ataques terão sido conduzidos, respetivamente, por grupos extremistas judeus e islâmicos. O agora ministro e antigo responsável da Defesa israelita, Yaacov Peri, considerou ambos os ataques “brutais”. “O governo de Israel condena-os e eu espero que as forças de segurança e a polícia levem estes esses terroristas para tribunal tão rápido quanto possível”, afirmou o agora ministro da Ciência e Tecnologia.


A situação na Cisjordânia continua, entretanto, a ferro e fogo. De um lado, palestinianos atiram pedras e sucedem-se os ataques com carros ou de armas brancas contra israelitas. Do outro, as forças de segurança, recorrem a gás lacrimogéneo ou a balas reais quando confrontam os responsáveis dos ataques armados.


Por fim, um paramilitar da guarda fronteiriça israelita foi detido esta quarta-feira, por ter baleado mortalmente um adolescente palestiniano, de 17 anos, na sequência de um protesto palestiniano, a 15 de maio, que acabou com os manifestantes a atirar pedras às autoridades israelitas.

Um registo vídeo das câmaras de segurança sugere que alguns jovens foram alvejados mesmo não aparentando representar qualquer perigo para as forças de defesa israelitas. O advogado de defesa do paramilitar alega que o seu cliente apenas recorreu a balas de borracha, embora as equipas médicas palestinianas que socorreram os jovens atingidos garantissem o uso de munições reais.