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FIFA iliba Qatar e Rússia de corrupção. Investigador do caso vai recorrer da decisão

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FIFA iliba Qatar e Rússia de corrupção. Investigador do caso vai recorrer da decisão

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A FIFA não vai reabrir os processos de candidatura à organização dos Mundiais de futebol em 2018 e 2022, mas a polémica promete continuar bem acesa.

O organismo que rege o futebol mundial não viu “nenhuma violação ou incumprimento de regras” por parte das candidaturas da Rússia e do Qatar, mas o juiz norte-americano que investigou as alegações de corrupção na atribuição destes mundiais afirma que “a decisão anunciada (pelo Comité de Ética da FIFA) contém diversas representações incompletas e erradas dos factos e conclusões detalhados no relatório” que apresentou.

Michael Garcia, que andou a investigar as suspeitas de corrupção nos últimos 18 meses, já disse que vai contestar a decisão junto do Comité de Recursos da FIFA.

O juiz apresentou um relatório com mais de 400 páginas, que quer ver publicado. A FIFA resumiu-o para pouco mais de 40.

Se, em relação à Rússia, a FIFA afirma não ter elementos suficientes de avaliação – porque os computadores utilizados pela candidatura foram “entretanto destruídos” – em relação ao Qatar, considera que o ex-membro do Comité Executivo da FIFA, o catari Mohamed bin Hammam, banido por um escândalo de compra de votos, tinha uma relação “algo distante” com a candidatura do seu país.